terça-feira, 24 de novembro de 2009

dó.

Tanto tempo perdido, tanta lágrima derramada, tanta ofensa proferida, tanta coisa engasgada, tanto ainda por ser dito, tanto mais a se calar. Repetido, batido... até a saliva secar.
Antes não tivesse insistido, antes tivesse renunciado. Talvez não tivesse sentido esse amor demasiado e então não teria sofrido com as babaquices de um coração apaixonado.

Não teria, definitivamente, feito rimas tão fáceis e tolas.

4 pitacos:

Ghambiarra disse...

rimando, meu amor?

tão não a sua cara...

Joanna disse...

Pois é... vc entendeu mesmo? rs

Patrícia disse...

Sempre vi seus cachos, olhos verdes como palavras soltas
Letras, signos e música
Sem dúvida! Clarice ficaria feliz de saber de tanta influencias...
“escrever para não morrer...”
E você escreve com as vísceras
As palavras pulsam, brilham... e pronto!

Raíssa disse...

Melhor que enxaqueca e amigdalite, te digo! Escreve aí... que eu te leio, a gente conversa, grava, aperta o play, toma cerveja, toma no cu, liga o foda-se e, quem sabe, se tivermos sorte... a gente se fode também!